Mais uma formação do "Galo" de 1951. Desse time o Clóvis foi jogar no Fluminense do Rio. Américo passou pelo Palmeiras e grandes time do Brasil e jogou na Itália. Era bom de bola pra caramba" O Duvílio tinha um petardo no pé esquerdo. O Itamar era o sacrificado desse time. O que a torcida pegava no pé do coitado dava dó. Jogar como ponteiro ainda mais no Arthur Simões que o gramado ficava um metro do alambrado.
Dizem, meu caro Gera, porque tinha 3 anos nessa época e não ví esse time jogar, que Itamar fazia o vai-e-vem no melhor "estilo Zagalo", isto é, jogava em função de um esquema, pro time, diferentemente do Guaxuma que era o nosso "Garrincha". Não tinha as pernas tortas como o Mané, mas, canhoto por natureza, tinha algo que outros pontas não tinham : facilidade de driblar tanto para a esquerda como a direita, daí a dificuldade de marcá-lo, como diziam Alfredo, Idário, Feijó, Cecí e Geraldo Scotto, laterais dos cinco "grandes" naquele tempo.
ResponderExcluirCerta vez, após o advento do "carrossel holandês" da Copa de 74, Walter Nóbrega de Siqueira, então nosso vizinho e amigo do meu pai, rebateu um comentário in off que fiz sobre a "laranja mecânica", dizendo que o XV dos anos 50, graças aos bons jogadores que tinha, era u'a máquina de jogar futebol com a mesma qualidade ou até melhor que a Holanda de 74, pois, além da distribuição em campo e da pegada quando a posse de bola era do adversário,
jogando no 2-3-5, tinha a "ginga" que os europeus não mostraram.
Obrigado Serginho, pelo comentário. E como o Itamar era molestado pela torcida do Galo.Ele era ponteiro esquerdo e o Guanxuma direito. O Guanxuma fazia o que o Garrincha fez depois.
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